Ao lado de seus cooperados, a história da Cooper A1 atravessa o tempo e se transforma com ele.
Criar meios de escoar a produção em 1933, tornou-se um objetivo a ser conquistado, ideia essa defendida e disseminada por 18 agricultores em Palmitos, SC. A Cooper A1 nasceu de um movimento de agricultores que buscavam e conquistaram novas possibilidades de mercado, suas ações foram orientadas pelos princípios do cooperativismo, os quais tem presença reafirmada até hoje nas cooperativas.
Assim 93 anos depois, os desafios mudaram, os cenários são outros, mas o cooperativismo ainda segue permeando as ações de cooperados e cooperativas. No decorrer dessas mais de nove décadas, muitas histórias e momentos ocorreram, entre eles, as fusões e incorporações.
Uma ideia posta em prática. A confiança entre pessoas. O fortalecimento de uma comunidade.
No início a cooperativa possuía o nome Sociedade Cooperativa Mista de Palmitos que em 1976 efetuou fusão com a Cooperativa Agropecuária de Mondaí originando a Cooperativa Regional Arco Íris Ltda. (Cooperarco). No ano de 2000 Cooperarco concretizou fusão com a Cooperativa Santa Lucia. Neste momento a cooperativa trocou seu nome para Cooperativa A1 (A: do segmento agropecuária; 1: mais antiga de Santa Catarina). Em 2003, ocorreu a incorporação da Cooperativa Agropecuária Itapiranga.
Após as fusões e incorporações, as atividades foram crescendo e necessitando de cada vez mais direcionamento e precisão em suas ações.
Números relevantes: no faturamento com quase três bilhões em 2025, 10 mil cooperados e dois mil colaboradores, cada passo é planejado, analisado e executado. Focando em seus cooperados, que são o motivo da existência da Cooper A1, possibilidades de produzir de maneira rentável.
Sua sede está localizada em Palmitos, SC, e com o passar dos anos, a cooperativa cresceu e se expandiu. Hoje são 11 unidades em Santa Catarina, 13 no Rio Grande do Sul e uma granja em Marmeleiro no Paraná. Já nas atividades o carro chefe é a suinocultura, entretanto demais negócios trazem pluralidade a Cooper A1. Entre elas, bovinocultura de leite e gado de corte, avicultura, fábrica de rações, cereais e moinho.
Dentre essas atividades, cada uma é parte fundamental a cadeia de alimentos. A suinocultura e avicultura tem suas produções destinas a Aurora Coop, nos cereais parte vai para as fábricas de rações e outra para o moinho, já o gado de corte é destinado ao frigorífico Montebelo.
Ao olharmos para o lado social, os mais de dez mil cooperados são capacitados por diferentes cursos, em algum momento. Como os programas do Encadeamento Produtivo, Mulher A1, Mulheres Cooperativistas e Casais A1.
De importância aos números, mas foque nas pessoas. São as pessoas que constroem uma organização sólida e respeitosa.
Para dar suporte a toda essa cadeia, o quadro de colaboradores da cooperativa tem em torno de duas mil pessoas, atuando desde na área técnica a contabilidade. Os treinamentos envolvem a atualização dos processos, atendimento ao cliente e análise de produtos e serviços.
Em meio a tudo, a cooperativa sempre preza pelo seu cooperado, ao qual é a razão da existência da mesma. As ações foram mudando com o passar dos anos, mas os princípios que guiaram aqueles 18 agricultores há mais de 90 anos atrás, ainda está presente na Cooper A1.



